Havia um silêncio estranho depois da queda. O gato despertou machucado, sozinho e sem saber exatamente onde estava. À sua frente, apenas corredores esquecidos, paredes gastas pelo tempo e uma cidade que parecia ter sido abandonada às pressas. Não havia vozes, portas se abrindo ou qualquer sinal de vida. Apenas algumas luzes ainda funcionando, como pequenas pistas deixadas para quem tivesse coragem de continuar.
Seguir os sinais luminosos era a única escolha. O caminho levava por telhados, andaimes, barris e construções que pareciam prestes a desabar. Cada salto revelava um pouco mais da Cidade Morta, e quanto mais o gato avançava pelo Capítulo 2 de Stray, mais evidente ficava que aquele lugar escondia alguma coisa. Entre os restos da antiga cidade, surgiam vestígios dos Companions e marcas de uma ameaça que não parecia ter desaparecido junto com os antigos moradores.
Então veio o encontro. Um Companion estava praticamente sem vida, e aquela imagem dizia mais do que qualquer explicação poderia dizer naquele momento. Não havia tempo para entender tudo. Algo se movia por perto. Os Zurks surgiram de repente, transformando a exploração silenciosa em uma corrida desesperada. O caminho precisava ser encontrado enquanto o perigo vinha de todos os lados. Correr, desviar, saltar e não ser alcançado passaram a ser a única forma de continuar.
Depois da perseguição, a cidade voltou a parecer silenciosa, mas já não era o mesmo silêncio. O gato continuou entre apartamentos, varandas, telhados e estruturas improvisadas, seguindo cada indicação que pudesse levá-lo para longe dali. Foi nesse percurso que B-12 começou a se tornar ainda mais importante, ajudando a interpretar os sinais daquele mundo e mostrando que talvez existisse uma história muito maior escondida por trás daqueles prédios vazios.
Acompanhe essa jornada em vídeo e veja tudo o que aconteceu durante A Cidade Morta em Stray:
As imagens abaixo registram alguns dos momentos dessa travessia — lugares abandonados, caminhos improvisados e cenas que ajudam a contar a história de uma cidade que, apesar de parecer morta, ainda guarda muitos segredos. No fim daquele caminho estava o Apartamento, mas a sensação era de que o gato não havia encontrado respostas. Na verdade, talvez tivesse acabado de encontrar perguntas ainda maiores.



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